Os Analectos
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UMA DAS OBRAS-PRIMAS DA FILOSOFIA ORIENTAL
Os Analectos de Confúcio são uma coleção de ensinamentos, diálogos e reflexões atribuídas a Confúcio, reunidas pelos seus discípulos após a sua morte. A obra não obedece a uma narrativa contínua, mas organiza–se em breves capítulos que registam as ideias do mestre sobre ética, comportamento, educação e governo.
A VIRTUDE É O VERDADEIRO CAMINHO
No centro do livro está a convicção de que a harmonia social depende do aperfeiçoamento moral do indivíduo. Confúcio defende valores como a humanidade, a justiça, o respeito e a lealdade, considerando que o verdadeiro sábio é aquele que cultiva a virtude e age de forma exemplar. A educação surge como um processo contínuo de autoconhecimento e disciplina moral, acessível a todos os que estejam dispostos a aprender.
O HOMEM ÍNTEGRO EXIGE TUDO DE SI; O HOMEM VULGAR EXIGE TUDO DOS OUTROS.
Mais do que um manual filosófico sistemático, Os Analectos são um guia prático de vida, cujo objetivo é formar indivíduos éticos e responsáveis, capazes de contribuir para uma sociedade justa e harmoniosa. A obra tornou–se um dos pilares da cultura e do pensamento oriental, mantendo até hoje a sua relevância moral e filosófica.
Confúcio (551-479 a.C.) veio de uma família nobre, mas cresceu longe dos privilégios. Acreditava que a política deveria ser, acima de tudo, guiada pela moral. Viajou durante dez anos pelos diversos estados da China para convencer os governantes a adotarem os seus princípios. Quando percebeu que as suas ideias não encontrariam espaço entre os senhores feudais, voltou para Lu, a sua terra natal, e passou o resto da vida a dedicar-se ao que melhor fazia: ensinar.
Informação adicional
| Dimensões (C x L x A) | 14 × 21 cm |
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