Cativas Litigantes
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Este livro revela que os povos originários da terra a que hoje chamamos Brasil há muito tempo recorrem à justiça como uma das arenas possíveis de luta contra o avanço da colonização sobre os seus corpos e territórios. Quem ainda se surpreende com advogados indígenas a defender os ‘parentes’ nas mais altas instâncias judiciais do país e do mundo devia saber que os seus antepassados já moviam processos nas cortes coloniais desde pelo menos o século XVIII, recorrendo das decisões, se preciso, até que o assunto fosse apreciado pelo rei de Portugal. Eis as ‘cativas litigantes’ descritas nestas páginas: indígenas, sobretudo mulheres, que foram aos tribunais da época com o objectivo de libertar a si e aos seus familiares da escravidão a que estavam submetidas nas regiões do Pará e do Maranhão — e, na maioria das vezes, conseguiram. Com esta premiada pesquisa, Luma Ribeiro Prado ilumina questões pouco conhecidas da história dos povos ancestrais e do protagonismo das mulheres indígenas num incessante e admirável processo de resistência ao apagamento.
Disponível por encomenda
Luma Ribeiro Prado é de Itanhandu, na Serra da Mantiqueira. Aos dezassete anos, deixou Minas Gerais para estudar na Universidade de São Paulo (USP), onde se formou historiadora, professora e mestra. Venceu o Prémio História Social da USP (2020) com a dissertação que deu origem ao livro Cativas Litigantes. Trabalhou com história pública no De Olho nos Ruralistas — Observatório do Agronegócio no Brasil. Contribui para a implementação da Lei 11.645/2008 (que determina o
Informação adicional
| Dimensões (C x L x A) | 14 × 21 × 2,5 cm |
|---|---|
| Autor | Luma Ribeiro Prado |
| Editora | Elefante |







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