A Árvore Mágica

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A Árvore Mágica é um conto mágico porque é sobretudo de esperança… Há um Senhor Bom Dia, que vive num banco de jardim de uma cidade. De uma alegria e simpatia contagiantes, tem sempre um sorriso e um alegre “bom-dia” para todos os que passam. Certo dia, a magia acontece e há uma árvore… e uma história sobre um menino pobre, com pais gulosos e maldosos que não sabem cuidar dele. Mas, na simplicidade e doçura, próprias de como as histórias devem ser contadas às crianças, há um final feliz e uma mensagem de sonho e de generosidade. Todos conhecemos um Pedrito, um Senhor Jeremias e Pais Gulosos. Todos podemos escolher uma árvore e torná-la na nossa árvore mágica. E todos gostaríamos certamente de encontrar um Senhor Bom Dia! «Através dos contos conseguem-se mudar e orientar percursos de vida. “Quem conta um conto, acrescenta- -lhe um ponto”, diz-se. Quem o escreve, como foi o caso de Armando Cunha, acrescenta muito mais ao saber, à Humanidade e à felicidade, alegria e fantasia. Parabéns. Ler este conto é um momento de magia.» Mário Cordeiro in Prefácio

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Nos seis anos de escola que frequentei, nunca fui um aluno brilhante, mas ainda assim, com maior ou menor dificuldade, sempre consegui transitar para o ano letivo seguinte com avaliações positivas, exceto, no sexto e último ano, que, aproveitei para brincar mais e estudar menos, sabendo de antemão, que, o ano seguinte seria para trabalhar, não numa escola, mas sim num local onde trabalhavam adultos, tinha eu então, 12 anos de idade. Tive uma adolescência sem grandes peripécias dignas de registo. Foi sobretudo uma fase marcada pela timidez, humildade e responsabilidade pelo trabalho que desempenhava e que, talvez me tenha obrigado a amadurecer prematuramente (é caso para se dizer que não tive adolescência, mas sim, "adultecência"). Dos 12 aos 21 anos de idade, desempenhei funções em três empresas do sector têxtil. Em cada uma delas tive objetivos diferentes: na primeira foi, amealhar dinheiro para comprar uma bicicleta, e consegui. Na segunda, juntar dinheiro para pagar a carta de condução, e também consegui. Na terceira, já depois de, orgulhosamente, ter cumprido a enriquecedora experiência do serviço militar, foi comprar um carro, e, objetivo igualmente conseguido. No decorrer do serviço militar obrigatório, tive a possibilidade de me especializar em condução de veículos pesados, não desperdicei a oportunidade, e com muito afinco e dedicação, consegui superar mais um exigente desafio, que, acabou por servir de prancha da qual mergulhei de cabeça nas profundezas desta atividade que exerço há 15 anos, condução de veículos pesados nos transportes de mercadorias. De há dez anos para cá, também em âmbito internacional. Estou casado desde 2004, vivo atualmente em Selho S. Jorge e sou pai (babado) de um menino com 8 anos chamado Rúben. É com ele que aprendo muito daquilo que acho que sei. É ele que me dá força para caminhar e para me levantar, sempre uma vez mais daquelas que caio. Procuro ser aquele que o meu pai nunca foi, para que ele, um dia, possa ser aquele que eu nunca serei. Adoro as crianças! Com elas, adoro conversar, rir, brincar... Se pudesse eleger, escolheria o dom da "escutatória" em detrimento da oratória, da pergunta em vez da resposta... Gosto de ler, praticar desporto, e partilhar a vida ao sabor de um chá e umas bolachinhas. Gosto de escutar o silêncio e a ausência de ruído, envolvido pela beleza dos sons da natureza...

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 21 × 21 cm

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