A Casa Sombria

22,41 

Para muitos «A Casa Sombria» é o melhor romance de Dickens.
Obra poderosa que segue várias histórias que se vão cruzando em torno de um complicadíssimo processo judicial, foi através deste livro que Dickens conseguiu agitar a consciência dos ingleses contribuindo para a grande reforma judicial inglesa. Vários testamentos deixados aparentemente pela mesma pessoa geram um processo gigantesco que se arrasta ano após ano e acaba por envolver quase toda a população de Londres. Nas dezenas de histórias menores de personagens que são, para sua surpresa, envolvidos no caso, Dickens vai estudando as várias formas como um sistema judicial inoperacional e cego pode destruir vidas, amordaçar sentimentos, e, acima de tudo, suspender os sonhos e o próprio dia-a-dia das pessoas, independentemente do seu estrato social. A cegueira da justiça é, pois, o principal personagem que leva o leitor numa viagem frenética, às vezes trágica, às vezes cómica, emocionante e apaixonada, entrelaçando histórias de amor, dramas familiares, adultérios, investigação policial, o mundo dos negócios e o universo da miséria de Londres no século XIX.

«Uma obra-prima do romance universal. Um romance de estrutura impossível, onde o escritor consegue o milagre de nunca perder o leitor.» J. Hillis-Miller

«O melhor romance de Charles Dickens, de longe.» George Gissing

«Um dos meus dez livros preferidos que recomendo a todos os leitores e candidatos a escritores.» Stephen King

«Inescapavelmente tortuoso. Um romance cuja intriga é a própria teia da lei onde muitos ficam presos e que outros tecem a seu bel-prazer.» Norman Page

«Para o cânone é impossível deixar Dickens de fora. O seu melhor romance, «A Casa Sombria», é inevitável.» Harold Bloom

«Um romance tão complexo como o sistema legal (ou talvez mais ainda), e, ao mesmo tempo, uma história romântica no seu melhor.» David Lodge

«Um romance que abanou o sistema jurídico britânico: as críticas choveram sobre Dickens, mas as reformas seguiram-se. Mais uma vez, o escritor mudou a realidade.» John Sutherland

«Com excepção de “O Monte dos Vendavais”, este é o romance mais poderoso e assombroso da Romance inglesa do século XIX.» Vladimir Nabokov

«Um romance incontornável sobre a essência humana do bem e do mal.» Joseph Conrad

«Abana a nossa realidade.» Andrew Lang

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Charles Dickens (1812-1870) é reconhecido hoje como o primeiro escritor de grande projecção global.
Charles Dickens criou algumas das melhores personagens literárias de todos os tempos e foi um dos pioneiros mais importantes na defesa dos direitos das crianças em Inglaterra. O facto de ter sido obrigado a abandonar a escola para trabalhar numa fábrica quando o pai foi preso por dívidas marcou-o profundamente, levando-o a transformar essa realidade no tema principal de algumas das suas obras.

Apesar da falta de instrução formal, foi director do jornal literário mais importante do seu tempo durante cerca de 20 anos, escreveu várias novelas, largas centenas de contos, ensaios e artigos bem como quinze romances. A importância da sua obra alcançou uma grandeza de tal ordem, que muitas das suas personagens são referências incontornáveis – como são os casos de Oliver Twist, Fagin, Ebenezer Scrooge ou a Menina Havisham – mesmo para aqueles que nunca leram os seus livros.
Dickens foi igualmente um orador famoso, muito empenhado nas causas do seu tempo, bem como um grande agitador social que reivindicou, a par dos direitos das crianças, a necessidade de condições minimamente dignas que a era da Revolução Industrial parecia querer destruir definitivamente.

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 15 × 23 cm

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